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quarta-feira, 24 de novembro de 2021

HQ amazonense, AJURICABA, é indicada ao Prêmio Jabuti de 2021

HQ amazonense é indicada ao Prêmio Jabuti de 2021

 9 de novembro de 2021 | Escrito por  | Revisado por Tom de Oliveira

O Prêmio Jabuti é a premiação mais tradicional da literatura no Brasil. Ele é concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e foi criado em 1959. Em sua mais recente edição, “Ajuricaba” quadrinho amazonese, publicado de forma independente pelo Estúdio Black Eye, é um dos indicados na categoria Histórias em Quadrinhos.

A obra tem roteiro e criação de Ademar Vieira, ilustrações de Jucylande Jr., arte-final de Tieê Santos e capa de Ana Valente.

Em 2017 o mineiro que morou em Belém (PA), Gidalti Jr., fez história com a HQ “Castanha do Pará” ao ser o vencedor da categoria no ano em que ela foi criada. Agora mais uma obra produzida no Norte é indicada ao prêmio, justamente num dos momentos mais agitados para o cenário nortista.

O grupo que forma o Estúdio Black Eye lançou a obra em 2020 e já coleciona boas críticas e indicações para prêmios (Trófeu HQMIX). A HQ também chegou a algumas das principais comic shops do país e é considerada um divisor de águas para o cenário amazonense por conta do alcance e da boa receptividade.

“Vejo essa indicação como algo que vai além de uma conquista pessoal, porque Ajuricaba é um ícone da cidade Manaus e acredito que compartilho a alegria com todos os manauaras. Eu vejo isso como o reconhecimento da importância dessa personalidade histórica que é o Ajuricaba e que o público do Brasil ainda não conhece. Espero que com essa indicação as pessoas fiquem curiosas sobre a nossa história e fiquem sensíveis à luta de Ajuricaba e dos povos indígenas do Brasil”, comenta Ademar Vieira, roteirista da obra.

Com a indicação “Ajuricaba” se torna o primeiro quadrinho amazonense a concorrer ao prêmio, o que confirma a tendência de expansão da produção local e o processo de descentralização, não só dos quadrinhos, mas da arte em todo o país.

“Sinto muito orgulho de ter participado dessa obra. Um desafio proposto pelo Ademar e uma experiência única, onde aprendemos muito com os obstáculos de se fazer uma obra desse tamanho, mas nunca desistimos e agora alcançamos um novo marco como artistas”, afirma Tieê Santos, arte-finalista de Ajuricaba.

Confira a lista completa de indicado ao 63º Prêmio Jabuti aqui.

FONTE: MAPINGUANERD

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Lendas Amazônicas são destaque em produção de quadrinistas amazonenses!

Estúdio amazonense lança HQ inspirada em lendas amazônicas e povo manao

22 de novembro de 2021 | Escrito por  | Revisado por Tom de Oliveira

O estúdio Black Eye lança no próximo dia 26, a HQ “Mística Amazônia”, uma aventura voltada ao público juvenil e inspirada no povo manao e em lendas amazônicas. A produção, em cores e formato pequeno, conta a saga do guerreiro manao, Maucky, que se torna o guardião de seu povo contra as ameaças do mundo místico, usando para isso o Tacape de Ghüa, uma arma com poderes sobrenaturais.

Tieê Santos, que recentemente foi indicado a duas grande premiações nacionais, o Troféu HQMix e o prêmio Jabuti de Literatura, por seu trabalho na HQ “Ajuricaba”, também do estúdio Black Eye, assina a arte. O roteiro ficou por conta de Raphael Russo, estreando como roteirista nos quadrinhos do estúdio.

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Origem de ITACIRA é disponibilizada para download

A loja virtual @pedracortante está disponibilizando a HQ que conta a origem da heroína indígena "Itacira, a justiceira". Confira  a chamada abaixo feita pelo Facebook (BP):

Itacira - Quadrinhos Nacionais
Loja de revistas em quadrinhos
MEUS QUERIDOS E NOVOS FÃNS...
Leiam a minha "ORIGEM" clicando no botão do WhatsApp 👍
Somente 10 Reais - faça o download da revista em formato PDF totalmente a cores com 32 páginas.

sexta-feira, 5 de março de 2021

História em quadrinhos plurilíngue retrata língua indígena de sinais de forma inédita

  Jéssica Tokarski     4 de março de 2021 - 8h18

01:60
14:14

Veja esse conteúdo em Libras

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A história em quadrinhos (HQ) produzida por Ivan de Souza retrata, de forma pioneira, a língua indígena de sinais utilizada pelos surdos da etnia terena. A obra tem o propósito de fortalecer o reconhecimento e a preservação das línguas de sinais indígenas e é apresentada em formato plurilíngue, sinalizada também na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A comunicação por meio da língua materna é importante pois ajuda a manter viva a cultura, a identidade e a história dos povos indígenas. Nas aldeias da etnia terena, localizadas principalmente no estado de Mato Grosso do Sul, a língua oral terena é amplamente utilizada. Os surdos dessa etnia também se comunicam com sinais diferentes dos pertencentes ao sistema linguístico utilizado pelos surdos no Brasil (Libras). Após diversas pesquisas, especialistas concluíram que esses sinais constituem um sistema autônomo, chamado língua terena de sinais.

O Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos ou Dia do Quadrinho Nacional é comemorado anualmente em 30 de janeiro. A data tem o objetivo de valorizar, enaltecer e reconhecer as histórias em quadrinhos brasileiras enquanto gênero literário.

Sol: a pajé surda ou Séno Mókere Káxe Koixómuneti, em língua terena, conta a história de uma mulher indígena surda anciã chamada Káxe que exerce a função religiosa de pajé (Koixómuneti) em sua comunidade. Ao ser procurada para auxiliar em um parto e após pedir a benção dos ancestrais para o recém-nascido, o futuro do povo terena é revelado e transmitido a ela em sinais. “A história mostra um pouco da rica cultura desse povo, as situações, consequências e resistência após o contato com o povo branco”, revela Souza.

O trabalho de conclusão do curso de licenciatura em Letras Libras da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve início em 2017, quando o estudante pesquisava a história dos surdos no Paraná, na iniciação científica. Todo o processo teve acompanhamento de pesquisadoras que já desenvolviam atividades com os terena surdos, usuários da língua terena de sinais. A comunidade indígena também teve participação ativa no desenvolvimento e depois, na validação da obra junto ao seu povo.

sábado, 21 de novembro de 2020

ARTEMÍSIA: DESCENDENTE DAS ICAMIABAS AMAZÔNICAS

 ARTEMÍSIA

Já conhece a descendente das guerreiras amazônicas?

Em 2018, Artemísia, descendente direta das Icamiabas, estreou nas HQs nacionais

Imagem ilustrativa da notícia Já conhece a descendente das guerreiras amazônicas?

 | Ton Lima
POR DOL - terça-feira, 27/10/2020

No último dia 15, a DC Comics anunciou que sua nova saga DC Future State contará com uma Mulher-Maravilha brasileira e natural da Amazônia, a qual denominaram de Yara Flor. No contexto nacional, por sua vez, desde 2018 temos uma protagonista de história em quadrinhos que é descendente das Icamiabas, as lendárias guerreiras amazônicas: trata-se de Artemísia, personagem criada por Francélia Pereira e ilustrada por Ton Lima.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Quadrinhos relatam resistência dos Tupinambá contra a violência do Estado no sul da Bahia

 24/09/20 por Caê Vasconcelos

Os Donos da Terra traz sete episódios cobrindo o passado e o presenta da luta dos Tupinambá por autonomia e reconhecimento

Arte: Vitor Flynn

Há mais de 16 anos, indígenas Tupinambá lutam e resistem na aldeia Serra do Padeiro, na Terra Indígena Tupinambá de Olivença, no sul da Bahia. Constantemente ameaçados de morte e com seus direitos violados pelo Estado brasileiro, agora eles viraram história em quadrinhos.

Lançada no começo de setembro, a HQ Os Donos da Terra traz a coautoria de Daniela Fernandes Alarcon, doutora em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora do livro O Retorno da Terra, Glicéria Jesus da Silva, liderança Tupinambá e professora no CEITSP (Colégio Estadual Indígena Tupinambá Serra do Padeiro), e Vitor Flynn Paciornik, quadrinista e ilustrador.

Os donos da terra - indígenas tupinambá
HQ Os Donos da Terra conta a história dos povos Tupinambá | Arte: Vitor Flynn

sábado, 21 de março de 2020

Artista mineira lança série de light novels e HQs que retratam lendas indígenas

 Série explora lendas tradicionais da Amazônia em cenários que misturam os gêneros de fantasia e ficção científica



light_novels_F12DF58E-4910-4AB8-ADA8-BEB1F3DD3CB1.JPGFoto: Divulgação
 
05/03/2020

Com o fim de valorizar os mitos de povos originários do Brasil, a mineira Francélia Pereira criou a série de light novels de fantasia “Habitantes do Cosmo”, que explora diversos mitos, como a da lenda indígena das Icamiabas, guerreiras da Amazônia. O quarto livro da série, “Indrajeet”, está previsto para lançamento no segundo semestre deste ano.

A premissa da série envolve explorar lendas tradicionais em cenários que misturam os gêneros de fantasia e ficção científica. Cada livro amplia o universo da obra, contando com histórias interdependentes, que podem ser lidas individualmente, mas que fazem parte do mesmo cenário.

quinta-feira, 19 de março de 2020

HQ de guardiões da floresta Amazônica lança campanha para lançar edição de luxo

 por: Gabriela Glette

campanha hq amazônidas 1

Para compreender a complexa história do Brasil, é preciso em primeiro lugar ter consciência de que este imenso país era habitado por povos indígenas muito antes de ser “descoberto” por Pedro Álvares Cabral. Os milhões de índios que viviam aqui, não somente honravam a terra, como eram os guardiões da floresta. Foi por isto que em 2017, um grupo de artistas da Geek 137, lançou a HQ Amazônida, transformando figuras mitológicas indígenas em guerreiros da Floresta Amazônica. Recentemente, o grupo lançou uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para o lançamento de uma edição luxuosa com material inédito.

“Amazônidas: Guardiões das Florestas” traz a história do índio Anhangá, um defensor da floresta rejeitado por sua própria tribo. Na história, ele é albino devido à descendência divina e por isto foi isolado de sua tribo quando criança, criado pelo Pajé. Anos depois, ele retorna como grande guerreiro para enfrentar monstros da floresta, espíritos do mal, tribos rivais e até mesmo o preconceito dos homens.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

HQ transforma figuras mitológicas amazônicas em guardiões da floresta

HQ traz a história do índio Anhangá, um defensor da floresta, rejeitado por sua própria tribo

Com informações da assessoria / redacao@diarioam.com.br

Publicado em 18 de dezembro de 2019 

Manaus – Uma história em quadrinhos (HQ) produzida por artistas da House 137 Studio transformou figuras mitológicas indígenas em personagens centrais da obra “Amazônidas: Guardiões das Florestas”. O projeto foi contemplado por meio do edital de Conexões Culturais 2017, da Prefeitura de Manaus, e traz a história do índio Anhangá, um defensor da floresta rejeitado por sua própria tribo.

O studio distribuiu 480 exemplares em escolas públicas de Manaus (Foto: Reprodução)

Ademar Vieira e Paulo Teles Yonami assinam o roteiro da obra, com argumento e letras de Yonami. “Amazônidas” conta ainda com desenhos de Thiago Vale, arte final de Emanuel Braga e cores de Marcos Martins, em uma produção da House 137.

“Os desenhos estão muito legais, acredito que o público irá curtir. Nós fizemos um apanhado, organizamos referências, não apenas da cultura indígena, mas também do cristianismo, com a Divina Comédia, obra de Dante Alighieri, para auxiliar na estrutura da trama do livro e o resultado final ficou muito, muito legal mesmo”, explicou Yonami.

Na manhã desta quarta-feira (18), a House 137 promoveu uma exposição no Kalena Café, zona Centro-Sul, com páginas de “Amazônidas”. Quem compareceu ao local ganhou um exemplar da HQ. A iniciativa foi em contrapartida ao apoio da Prefeitura de Manaus.

Além disso, ainda em contrapartida, o studio distribuiu 480 exemplares em escolas públicas de Manaus. Quem tiver interesse em adquirir uma HQ de “Amazônidas: Guardiões das Florestas” pode entrar em contato com o studio por meio da rede social Instagram: @house_137.

Fonte: D24am. 

domingo, 17 de setembro de 2017

O Guarani e Sepé em quadrinhos


O Guarani é um romance de José de Alencar  publicado em folhetim em 1857, o romance é uma alegoria sobre a formação do povo brasileiro, contando a história do bravo índio goitacá Peri, que se apaixona pela portuguesa Cecília, chamada de Ceci, Peri representa o tropo do bom selvagem, conceito surgido no século XVII, o bom selvagem é aquele que não foi corrompido pela civilização, nesse caso, os indígenas, um exemplo de bom selvagem na cultura pop é o Tarzan dos filmes estrelados por Johnny Weissmuller, diferente da visão dos livros de Edgar Rice Burroghs, onde Tarzan, mesmo sem contato com a civilização, tem características de um aristocrata.

O romance é o primeiro da trilogia indianista do autor, seguido por Iracema (1865), que também trata de um romance entre dois povos, embora nessa, os gêneros tenham sido trocados, Iracema é índia da tribo dos tabajaras que se apaixona por Martim, o homem branco. O último romance é Ubijara (1874) e se passa antes da colonização portuguesa.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

HERÓIS DA DC COMICS GANHAM VERSÕES INDÍGENAS

Por Ayrton de Oliveira - MAPINGUA NERD
Superman, Mulher-Maravilha e Batman são algumas das figuras heroicas mais famosas do mundo. Com o filme da Liga da Justiça chegando, fãs do mundo inteiro esperam ansiosos para que possam ver a trindade novamente em ação nas telonas. Em Manaus, um artista resolveu reimaginar os personagens da DC Comics em versões indígenas que ficaram sensacionais.
Tamie Gedelha desenhou a personagem Supergirl de uma maneira diferente, e então teve a ideia de acrescentar alguns novos traços e fazer uma versão indígena brasileira. Quando compartilhou a imagem em sua página no Facebook, viu que a repercussão foi tão boa que decidiu fazer o mesmo com a santíssima trindade da DC.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Estudantes da Escola Maria Lídia tiveram um Dia do Índio, bem diferente!

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Durante a manhã e tarde de ontem, dia 19 de abril, os técnicos pedagógicos do NEADTEC/RPTV estiveram desenvolvendo uma ação educativa junto aos estudantes e professoras da E.E. Maria Lídia, localizada no bairro das Quintas em Natal.
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A oficina de dobraduras conduzida por João Natal animou a galerinha.
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O foco, logicamente, foi a comemoração do Dia do índio, onde os pequenos alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental foram convidados a refletir e a se divertir, com atividades sobre essa temática.
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Os estudantes foram convidados a repensar a questão da representação indígena nos quadrinhos por meio de uma palestra e do acesso a exposição física, coordenadas por Beto Potyguara.
No laboratório do NTE participaram de um descontraído bate-papo, sobre A Representação Indígena nos gibis e em outras mídias. No pátio da escola tiveram contato com uma exposição homônima a palestra, além de serem agraciados com uma oficina de dobraduras relacionada ao tema.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Indígenas em quadrinhos

 


A origem do mundo sob a ótica dos índios Tupi-Guaranis. Fascinado pela história do Brasil, o ilustrador potiguar Anderson Gomes reconta essa história em quadrinhos na revista “Anauê!”. A expressão indígena de boas-vindas também é conhecida como a saudação dos partidários da Ação Integralista Brasileira, movimento nacionalista e conservador que teve sua expansão na década de 1930. Mas a obra não tem nada de integralista. Segundo o autor, o termo “Anauê” foi usado somente como forma de reafirmar a cultura indígena. “Os índios não tem culpa se outros tentam dar outros sentidos ao que é deles por direito”, conta o artista.

sexta-feira, 17 de março de 2017

A Exposição: criadores, criaturas e dados vitais

Está é a primeira série de Lâminas da exposição física.
A ideia inicial foi a de privilegiar personagens protagonistas de séries existentes ou personagens secundários que chegaram a estrelar algum episódio ou publicação solo.
Autores presentes: Angelo Agostini (Cham-Kam e Inaiá); Altemar Domingos (Jaguara); Alex Lei e Ed Silva (Uru); Aline Coelho, Carlos Paul,  Otoniel Oliveira e Volney Nazareno (Piatã, Kuandu e Ubirajara); Bernard e Scabini (Sabores da Oca); Beto Potyguara (Forte Poty); Bira Dantas (Galdino); Brum (Cambaxirra); Christovam Camargo (Vovô Indío); Celso T. Domingos (Pena Verde); Clima e Flavio Colin (Sepé); Domingos Pace (Os Gaúchos); Eliane Guarani e Augusto Fligliaggi (Paiaguá); Emilson Ribeiro e Emir Ribeiro (Itabira); Emanoel Amaral (Jandú e Micuim); Erick Artmann (Tupinanquim); Fernando Augusto, João Barros, Julião Cristo, Otoniel Oliveira e Volney Nazareno (Iaçá);  Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo (Tiki); Gian Danton e Ricardo Manhães (Turma da Tribo); Jayme Cortez (Tupizinho); Joacir Dias Xavier (Bretã); José Lanzellotti (Cari); José de Alencar (Peri); Julio Emílio Braz e Mozart Couto (Tambatajá); Lailson H. Cavalcante (Pindorama); Luiz H. Gatto e Plínio Quartim (Sepé); Marcos Vaz (Umuaraminha); Maurício de Souza (Papa-Capim); Moacir Torres (Kriti); Nani (Vereda Tropical); Paulo Alves (Guaraná); Quannar Nilson e Rogério Prestes (Epopéia);  Rogério Vilela (Canibytes); Sérgio Macedo (Povos Indígenas) e Ziraldo (Tininim).